Lembrem-me do nada. Deixem que seja eu a formar as ideias. A originar os pensamentos. A julgar as partes e o todo. A construir e a criar. Não me deixem falar. Não se prendam nas minhas palavras escritas. Julguém as acções e os passos largos. As entradas. As saídas. Sejam aquilo que querem realmente ser. Não vamos deixar passar o tempo. Se nos arrependermos, paciência. Posso sempre dizer que é uma transição imperfeita. Uma passagem de um estado de inércia para outro de acção contínua, mas feito aos solavancos, de um modo interrompido e com demasiados erros. Mas ninguém disse que tinha de ser perfeito. Vem comigo tropeçar, falhar, sentir.
Rebenta a bolha!
texto originalmente escrito a 26 de Agosto de 2006
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